A Ana dos Deolinda”, que canta a música de intervenção “Parva que eu sou”. A Ana do jazz, do blues, de discos que foram ouro e platina, dos tributos que fez. Mas agora: quem conhece a Ana leitora? Nesta conversa generosa abriu o coração e partilhou leituras e crenças. Valeu a pena.
Os livros que a Ana escolheu:
Fábrica de Criadas, Afonso Cruz;
A Peste, Albert Camus;
Crime e Castigo, Dostoyevsky;
Mataram a Cotovia, Harper Lee.
Outras referências:
As Estradas São Para Ir, Márcia.
Músicas referidas:
Escrita pelo Afonso Cruz: Respirar;
Strange Fruit, versão da Nina Simone.
O que ofereci:
Batida Só, Giovana Madalosso.
Os livros aqui:
www.wook.pt