O ministro das Finanças anunciou esta quinta-feira o segundo maior excedente orçamental da história do país, 0,7%. A AD festeja e a esquerda pede reforço das medidas para fazer face à crise energética. Pelo meio, continua o tiro ao alvo a Mário Centeno, o ex-governador do Banco de Portugal que previa um excedente de apenas 0,1% para 2025.
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