Você abre o streaming e passa mais tempo escolhendo o filme do que assistindo. Abre o aplicativo de namoro e, diante de um catálogo infinito, termina a noite sozinho. O celular não para, descansar gera culpa e a exaustão virou o novo símbolo de status. O problema do século XXI não é mais a falta; é o excesso.
No Linhas Cruzadas desta quinta (23), Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé investigam o paradoxo do nosso tempo: como a promessa de termos tudo acabou nos cobrando a nossa sanidade.
O diagnóstico do excesso vai além do consumo e das telas. O episódio conta com a participação especial do professor Pasquale e do linguista Aldo Bizzocchi, que revelam como o uso inflacionado de certas palavras está esvaziando o próprio significado da nossa comunicação.
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