Coragem para recomeçar, com Luanda Vieira
E quando a vida que a gente sonhou deixa de fazer sentido?Neste episódio do Bom Dia, Obvious, Marcela Ceribelli conversa com a jornalista e escritora Luanda Vieira sobre o que acontece quando tudo que lutamos para construir começa a se afastar da gente. A convidada, que acaba de lançar o livro Nada é definitivo: toda mudança requer coragem, revisita a própria trajetória para elaborar experiências e refletir sobre esgotamento, medos e mudanças. A conversa passa por temas como burnout, obediência feminina, sucesso, sintomas de adoecimento, tokenismo, racismo, amor-próprio e amizade feminina. Um episódio sobre a coragem de viver novos sonhos. Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro e conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da ObviousNos acompanhe também: Marcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliInstagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaLivro da Luanda Vieira: AQUI Instagram da Luanda Vieira: AQUIOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou: AQUIAurora: O despertar da mulher exausta: AQUI
a arte de prestar atenção, com Lilian Farrish
Em um mundo hiperconectado, sustentar o foco virou um desafio. As redes sociais criaram a sensação de que tudo é previsível, instagramável e, de certa forma, controlado.Nesse processo, a gente acaba se afastando do imponderável. Estar aberto a ele é aceitar que algo pode surgir no meio do caminho: uma informação inesperada, um convite de última hora ou até uma opinião capaz de mudar a nossa perspectiva.E o que acontece quando a gente abre espaço para o inesperado?Para aprofundar esse tema, @marcelaceribelli conversa com Lilian Farrish (@lilianfarrish), em mais um episódio do Bom Dia, Obvious a convite de Heineken. A Heineken propõe um olhar para o que existe fora dos algoritmos e das nossas certezas, incentivando maneiras mais criativas e despretensiosas de viver, sobretudo no offline.Ouça agora o novo episódio do Bom Dia, Obvious na sua plataforma favorita. #publicidadeClique aqui e saiba mais.Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro e conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da Obvious Nos acompanhe também: Marcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliInstagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionou: AQUIAurora: O despertar da mulher exausta: AQUIProduzido por Zamunda Studio. Referências citadas: Livros Virginia Woolf: AQUI Álbum Lemonade : AQUI Laura Mello de Mattos: AQUI Jean-Michel Basquiat: AQUI Instagram da Lilian Farrish: AQUI
fissuras #2: mudei de ideia, com Marcela Ceribelli
Eu ia fazer este episódio sobre mudança de rota. Sobre aquele momento em que a vida pede uma curva e a gente insiste em seguir em linha reta só porque já informou aos outros que era por ali. Mas no meio do caminho eu mudei de ideia. E essa mudança de ideia acabou me parecendo o próprio centro do episódio. Porque mudar de ideia, para uma mulher, raramente é tratado como um gesto simples. Às vezes é lido como falha de caráter. Às vezes como ingratidão. Às vezes como instabilidade. Às vezes como manipulação. E, em certos contextos, mudar de ideia ainda pode ser entendido como provocação, afronta ou fraude. A mulher que muda de ideia no trabalho é vista como difícil. A mulher que muda de ideia numa relação é vista como cruel. A mulher que muda de ideia no sexo ainda corre o risco de ser tratada como mentirosa. Como se o problema não fosse a incapacidade do outro de lidar com um limite, mas a audácia dela de estabelecê-lo. Essa é uma das ficções mais persistentes da cultura patriarcal: a ideia de que o desejo masculino tem uma espécie de precedência natural, e que o desejo feminino existe mais como resposta do que como soberania. Eu sou a Marcela Ceribelli. Esse é o segundo episódio de Fissuras, um novo quadro do Bom Dia, Obvious em que eu pego aquilo que me persegue — um livro, uma música, uma cena, uma notícia — e tento transformar em linguagem antes que vire sintoma. A fissura de hoje é esta: se meninas continuam aprendendo desde cedo a se proteger dos homens, o que exatamente os meninos estão aprendendo sobre as mulheres? Espero que as minhas fissuras se deem bem com as suas.*** Assista “Juntas & Separadas”, a nova série original do Globoplay: https://globoplay.globo.com/juntas-separadas/t/bcp9DcpNfq/ A nova série original do Globoplay fala sobre recomeços. De autoria de Thalita Rebouças, a história acompanha quatro mulheres que se tornam grandes amigas enquanto se apoiam para encarar a vida depois do divórcio, vivendo as dores e as delícias da separação.***Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro e conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da ObviousNos acompanhe também: Marcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliInstagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exaustaReferências:Livros da Virginie Despentes: AQUILivros de Miranda July: AQUIVeja também a pesquisa feita para o Dia Internacional da Mulher: AQUI
a obrigação feminina de obedecer, com Mayara Machado
Bom dia, Obvious. O episódio de hoje debate temas delicados sobre traumas femininos e casos de abuso. Caso um desses temas tenha um impacto negativo para você, sugerimos que, em vez de escutar o episódio dessa semana, revisite um dos nossos episódios anteriores. E, para quem for continuar nessa conversa, seja bem-vinda. Marcela Ceribelli conversou com Mayara Machado sobre o papel da mulher no mundo e sobre como abandonar crenças sexistas que invadiram nosso crescimento.Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro e conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da ObviousNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliMayara Machado Bichir no Instagram: @mayarabichirpsicologaOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exausta
o amor que você tolera, com Camilla Veles
A minha definição favorita de autoestima não caberia estampada em uma garrafa à venda na boca do caixa. Muito menos serviria como slogan de campanha sobre as mulheres se aceitarem exatamente como são. O jeito que falamos sobre autoestima diminuiu o tamanho do problema. Vem de play?Para receber em primeira mão a pré-venda do Clube do Livro da Marcela Ceribelli, clique aqui. Para conteúdos exclusivos do Bom dia, Obvious, assine a newsletter da ObviousNos acompanhe também: Instagram da Obvious: @obvious.ccTikTok da Obvious: @obvious.ccChapadinhas de Endorfina: @chapadinhasdeendorfinaMarcela Ceribelli no Instagram: @marcelaceribelliCamilla Veles no Instagram: @camillavelesOuça também, outros podcasts da Obvious:Podcast Chapadinhas de Endorfina.docPodcast Academia do PrazerLivros da Marcela Ceribelli:Sintomas — e o que mais aprendi quando o amor me decepcionouAurora: O despertar da mulher exausta