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Um distrito periférico na Zona Norte de São Paulo deu nome a uma grande personagem: Nenê da Brasilândia. Floripes Souza de Oliveira comandou o maior esquema de tráfico de drogas na cidade de São Paulo entre as décadas de 1970 e 1980. Sua história é desconhecida pelo grande público. Mas ainda vive no imaginário e na memória do bairro da Brasilândia. Para alguns, uma comerciante ponta-firme, que protegia e cuidava da comunidade. Para outros, uma bandida cruel que teve o que mereceu ao ser assassinada na porta da própria casa, em 1989. Nenê fez amigos e inimigos no crime, na polícia e na política. E conciliava a vida no crime com o cuidado e carinho com os filhos. Ao longo de 8 episódios, este podcast, produzido pela Rádio Novelo, resgata a história de Nenê da Brasilândia, a fim de entender o que a vida dela nos conta sobre a história do Brasil.See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Suco de Brasil | 1
Décadas de 70 e 80, Brasilândia, periferia de São Paulo. Uma mulher conhecida como Nenê da Brasilândia, se torna líder do tráfico de drogas. Vista por uns como uma fria assassina e por outros como uma grande mãe da comunidade, morreu deixando um séquito de adoradores e também de inimigos. Trinta anos depois, dois jornalistas se tornam obcecados por sua história e iniciam uma longa investigação sobre esta figura emblemáticaSee Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Um tapa na cara | 2
Floripes Souza de Oliveira veio do Nordeste ainda criança com a família em busca de melhores condições de vida. Nenê subverteu seu destino certo de mulher periférica numa história permeada de amor e de violência que a transformaram, aos poucos, na Rainha da Brasilândia.See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Fábrica de violência | 3
Em plena ditadura militar, o Brasil parecia viver tempos de glória e opulência, vencendo a Copa do Mundo e imprimindo a ideia de que a economia voava. Nas periferias, no entanto, a história era outra: enquanto o tráfico de drogas crescia, a polícia militar era criada para matar. A violência se tornava o pão nosso de cada dia, longe dos olhos da mídia e do capital. Nenê comandava com braço de ferro, tanto no tráfico quanto na garantia da paz e proteção da Brasilândia.See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.
Uma mulher no crime | 4
“Feia” e dona de “narinas de ventas abertas”. Apesar de já ser reconhecida como uma grande traficante, suas características físicas é que eram frisadas pela imprensa. “Devoradora de homens” e mãe. Como era ser mulher nesse contexto do crime? Exposta, por um lado, ao tratamento misógino da imprensa, por outro, liderava parte importante do tráfico na cidade de São Paulo, comandando um bando só de homens. Tudo isso, enquanto, em casa, educava com pulso firme seus filhos.See Privacy Policy at https://art19.com/privacy and California Privacy Notice at https://art19.com/privacy#do-not-sell-my-info.