Martim Moniz: uma ferida aberta em pleno coração da cidade
A zona que hoje conhecemos como Martim Moniz sempre foi um espaço de fronteiras: entre o campo e a cidade, os de dentro e de fora, muçulmanos, cristãos, lisboetas e provincianos, rurais e urbanos, portugueses e estrangeiros. Mas é também um dos símbolos de uma cidade aberta, cosmopolita que o descaso, os experimentalismos urbanos e as modas ideológicas, ao longo dos séculos, tendem a manter eternamente à espera de uma solução. Neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’, o jornalista Miguel Franco de Andrade conversa com o investigador e historiador de arte Tiago Borges Lourenço, sobre o Martim Moniz e a velha rua da Palma, a ferida aberta (e pulsante) no coração da cidade.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Qual é a próxima história de Lisboa? A ferida do Martim Moniz
No próximo episódio de Histórias de Lisboa vamos falar de uma ferida aberta no coração da cidade. A zona que hoje conhecemos como Martim Moniz sempre foi um espaço de fronteiras, entre o campo e a cidade, os de dentro e de fora, muçulmanos e cristãos, lisboetas e provincianos, rurais e urbanos, portugueses e estrangeiros. Mas é também um dos símbolos de uma cidade aberta, cosmopolita que o descaso, os experimentalismos urbanos e as modas ideológicas, ao longo d os séculos, tendem a manter eternamente à espera de uma solução… Não perca, a dia 6 março, os segredos do Martim Moniz, no próximo episódio histórias de Lisboa. See omnystudio.com/listener for privacy information.
As cheias de 1967
Segundo alguns investigadores, as inundações de 1967 de Lisboa foram a pior tragédia que se abateu na região da capital desde o terramoto de 1755. As previsões meteorológicas para aquele sábado de 25 de novembro de 1967 nem eram das mais gravosas, num outono considerado, até ali, pouco chuvoso. Mas, por uma conjunção de fatores climatéricos, em apenas 5 horas, choveu o equivalente a dois meses. Neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’, o jornalista Miguel Franco de Andrade conversa com o geógrafo Francisco da Silva Costa sobre as inundações que poderão ter mudado o curso da História, as cheias de 1967.See omnystudio.com/listener for privacy information.
Qual é a próxima História de Lisboa? As cheias de 1967
Esta sexta-feira, dia em que deveriam começar verdadeiramente os festejos de Carnaval, continuamos no país sob o signo das consequências do mau tempo e por isso achámos que, nas histórias de Lisboa, faria todo o sentido dedicar um episódio às cheias de 1967. Um acontecimento que continua desconhecido de muitos, mas que provocou centenas de vítimas. Não perca, na próxima semana, o novo episódio do podcast 'Histórias de Lisboa' sobre uma catástrofe que ainda hoje continua a devastar a cidade e o país. Disponível a partir de 20 de fevereiro em todas as aplicações de podcasts e nos sites do Expresso, da SIC e da SIC Notícias. See omnystudio.com/listener for privacy information.
O velho entrudo e carnaval lisboeta
Desordem ou tradição? Paganismo ou religião? Autoridade ou subversão? Alvo de repressão e proibições, o velho entrudo e carnaval lisboeta conseguia realizar a proeza de, pelo menos uma vez por ano, misturar povo e elites numa folia que, por vezes, podia assumir contornos de violência. Até que ideias de progresso e de civilização no século XIX contribuíram para tornar as celebrações carnavalescas cada vez mais “civilizadas”. Neste episódio de ‘Histórias de Lisboa’, o jornalista Miguel Franco de Andrade conversa com a investigadora Paula Magalhães sobre o velho carnaval lisboeta.See omnystudio.com/listener for privacy information.